FESTIVAL HUMOR CONTRA-ATACA ANUNCIA SUA TERCEIRA EDIÇÃO NO QUALISTAGE
EVENTO DE HUMOR DE GRANDE SUCESSO REUNIRÁ NOMES COMO TOM CAVALCANTE, LEANDRO HASSUM, RAFAEL PORTUGAL E OS MELHORES DO MUNDO A PARTIR DE JANEIRO
Virou o ano, já sabe: é hora de Humor Contra-ataca no Qualistage! Depois de dois anos de grande sucesso, o maior festival de humor do Brasil está de volta à maior casa de espetáculos da cidade, sempre no verão. Nomes consagrados da comédia nacional se unem a emergentes do ramo em mais uma sequência de gargalhadas, sempre com pelo menos duas atrações por noite. Leandro Hassum, Tom Cavalcante, Rafael Portugal, Nany People e Priscila Castello Branco estão entre os nomes escalados para as sete noites já confirmadas do evento, a partir do dia 7 de janeiro. A curadoria, mais uma vez, é de Renata Castro Barbosa.
HUMOR CONTRA-ATACA 2026
17 de janeiro: Nany People, Flávia Reis e Xanda Dias
31 de janeiro: Rodrigo Marques e Júnior Chicó
07 de fevereiro: Luana Zucoloto e Jeffinho Farias
07 de março: Tom Cavalcante e Titela
20 de março: Os Melhores do Mundo e Paulinho Serra
28 de março: Leandro Hassum e Gui Albuquerque
04 de abril: Rafael Portugal e Priscila Castello Branco
10 de abril: Paul Cabannes e Osvaldo Barros
FESTIVAL HUMOR CONTRA-ATACA ANUNCIA SUA TERCEIRA EDIÇÃO NO QUALISTAGE
EVENTO DE HUMOR DE GRANDE SUCESSO REUNIRÁ NOMES COMO TOM CAVALCANTE, LEANDRO HASSUM, RAFAEL PORTUGAL E OS MELHORES DO MUNDO A PARTIR DE JANEIRO
Virou o ano, já sabe: é hora de Humor Contra-ataca no Qualistage! Depois de dois anos de grande sucesso, o maior festival de humor do Brasil está de volta à maior casa de espetáculos da cidade, sempre no verão. Nomes consagrados da comédia nacional se unem a emergentes do ramo em mais uma sequência de gargalhadas, sempre com pelo menos duas atrações por noite. Leandro Hassum, Tom Cavalcante, Rafael Portugal, Nany People e Priscila Castello Branco estão entre os nomes escalados para as sete noites já confirmadas do evento, a partir do dia 7 de janeiro. A curadoria, mais uma vez, é de Renata Castro Barbosa.
HUMOR CONTRA-ATACA 2026
17 de janeiro: Nany People, Flávia Reis e Xanda Dias
31 de janeiro: Rodrigo Marques e Júnior Chicó
07 de fevereiro: Luana Zucoloto e Jeffinho Farias
07 de março: Tom Cavalcante e Titela
20 de março: Os Melhores do Mundo e Paulinho Serra
28 de março: Leandro Hassum e Gui Albuquerque
04 de abril: Rafael Portugal e Priscila Castello Branco
10 de abril: Paul Cabannes e Osvaldo Barros
A banda Jayler está confirmada como atração especial em um dos shows mais aguardados do ano no Rio de Janeiro. O grupo sobe ao palco do Qualistage ao lado da lenda absoluta do southern rock, Lynyrd Skynyrd, e do Dirty Honey, uma das maiores revelações do rock na atualidade.
Com produção da Mercury Concerts, o show acontece no dia 5 de abril e os ingressos estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Reunindo diferentes gerações, o encontro celebra a força do rock em uma noite que promete entrar para a história.
Formado nos anos 1970, o Lynyrd Skynyrd construiu sua identidade a partir de guitarras triplas, lirismo sulista e clássicos eternos como “Free Bird” e “Sweet Home Alabama”. Após o trágico acidente aéreo de 1977, que marcou profundamente sua história, a banda renasceu em 1987 com Johnny Van Zant nos vocais, mantendo viva sua herança em turnês e gravações que atravessaram gerações. Com mais de 50 anos de carreira, a banda segue como um dos nomes mais duradouros e respeitados da música norte-americana.
A Dirty Honey já se consolidou como uma das maiores revelações globais do rock. Formada em Los Angeles em 2017, a banda revitaliza o hard rock com fortes influências dos anos 70 e fez história em 2019 ao alcançar o topo da Billboard Mainstream Rock Songs de forma totalmente independente com “When I’m Gone”. Com turnês ao lado de Guns N’ Roses, KISS e The Black Crowes, dois álbuns lançados e shows intensos, o Dirty Honey se firma como uma das principais forças da nova geração do rock.
Formado em 2022 no Reino Unido, o Jayler surgiu quando James Bartholomew e Tyler Arrowsmith se uniram em um open mic e rapidamente transformaram o projeto escolar em uma banda de rock autoral ao lado de Ed Evans e Ricky Hodgkiss. O EP de estreia, “A Piece in Our Time” (2023), revelou riffs marcantes, energia setentista e grande presença de palco, qualidades que levaram o quarteto a se destacar em turnês pelo Reino Unido. Com singles como “Riverboat Queen” (2025) e convites para festivais, o Jayler desponta como uma das maiores promessas do rock britânico contemporâneo.
FESTIVAL HUMOR CONTRA-ATACA ANUNCIA SUA TERCEIRA EDIÇÃO NO QUALISTAGE
EVENTO DE HUMOR DE GRANDE SUCESSO REUNIRÁ NOMES COMO TOM CAVALCANTE, LEANDRO HASSUM, RAFAEL PORTUGAL E OS MELHORES DO MUNDO A PARTIR DE JANEIRO
Virou o ano, já sabe: é hora de Humor Contra-ataca no Qualistage! Depois de dois anos de grande sucesso, o maior festival de humor do Brasil está de volta à maior casa de espetáculos da cidade, sempre no verão. Nomes consagrados da comédia nacional se unem a emergentes do ramo em mais uma sequência de gargalhadas, sempre com pelo menos duas atrações por noite. Leandro Hassum, Tom Cavalcante, Rafael Portugal, Nany People e Priscila Castello Branco estão entre os nomes escalados para as sete noites já confirmadas do evento, a partir do dia 7 de janeiro. A curadoria, mais uma vez, é de Renata Castro Barbosa.
HUMOR CONTRA-ATACA 2026
17 de janeiro: Nany People, Flávia Reis e Xanda Dias
31 de janeiro: Rodrigo Marques e Júnior Chicó
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07 de março: Tom Cavalcante e Titela
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28 de março: Leandro Hassum e Gui Albuquerque
04 de abril: Rafael Portugal e Priscila Castello Branco
10 de abril: Paul Cabannes e Osvaldo Barros
IVAN LINS
80 ANOS
Em roteiro afetivo que foge do óbvio Ivan Lins comemora seus 80 anos cercado por sucessos, lembranças, família e amigos.
“Eu me lembro...”
Assim começa a letra de “Agora”, sucesso do início da carreira de Ivan Lins, em 1970. Passados 55 anos, o cantor e compositor carioca chega aos 80 anos, carregado de lembranças e histórias que moldaram suas músicas. Afinal, a majestosa obra de Ivan Lins não deixa dúvidas sobre seu talento para criar canções belas, perenes e inesquecíveis.
Talento que já chamava a atenção da família ainda bebê, ou nos saraus familiares e festinhas infantis, quando o menino Ivan soltava a voz sem pudor. Autodidata do piano, desenvolveu uma maneira muito pessoal de abordar o instrumento, cantando e se movimentando com um vigor contagiante.
Foi assim que conquistou a plateia do 5º FIC – Festival Internacional da Canção, em 1970. Sua “O amor é o meu país”, com o primeiro grande parceiro Ronaldo Monteiro de Souza, ficara em 2º lugar. Ao mesmo tempo, “Madalena” estourava na voz de Elis Regina. O recém-formado engenheiro químico teve que refazer a fórmula do seu futuro.
Com o segundo parceiro, Vítor Martins, Ivan cria, entre os anos 1970 e 2000, mais um punhado de sucessos e canções inesquecíveis, como “Abre-alas”, “Somos todos iguais esta noite”, “Começar de novo” e “Aos nossos filhos”. E as trilhas de novelas levam suas músicas a milhões de pessoas, em canções inesquecíveis como “Vitoriosa”, “Iluminados”, “Lembra de mim” e “Lua soberana”. Cantoras e cantores como a já citada Elis, Simone, Fafá de Belém, Emilio Santiago, Leny Andrade, Nana Caymmi, Gal Costa, Zizi Possi e tantas outras ajudam a perpetuar suas lindas canções.
Ao mesmo tempo, sua obra ganha o mundo através das mãos do produtor americano Quincy Jones, e nas vozes de George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Barbra Streisand, Sting, Jorge Drexler, Carlos do Carmo e muitos outros. Sua música é gravada por artista de todos os cantos do planeta, e seus shows esgotam, dos EUA ao Japão.
Aos 80 anos, Ivan Lins sabe de sua trajetória vitoriosa. É hora de comemorar!
Na poesia de Paulinho da Viola, o mar surge como símbolo de grandeza, mistério, destino e imaginação. Canções como Mar Grande, Cidade Submersa, Timoneiro, Pra jogar no oceano e Argumento encontram na força da água um simbolismo para muitas questões do amor e do destino.
Uma outra metáfora menos conhecida na poesia de Paulinho é a da chama. Não é o mesmo que o fogo, que arde e representa a paixão, o impulso e o desejo. A chama é o que permanece vivo por um longo tempo, é o que não se extingui ainda que muitos pensam que não está mais lá. A chama é perene, ao contrário do fogo que queima abruptamente.
A chama do samba permanece acesa em Paulinho da Viola perto de completar 6 décadas de carreira. Esta chama não apenas o ilumina, mas o chama no sentido de convocá-lo para como diz o verso de uma de suas músicas, repartir a sua luz:
Mas se o tempo se acha no sol do poente
E do céu se retira um pedaço do azul
O poeta ressurge e lança no ar a semente
E reparte feliz a sua luz
Quando o samba chama (Paulinho da Viola)
Neste novo show, Paulinho da Viola vai em busca de sambas que não toca nos palcos há algum tempo, ao lado de grandes sucessos que não podem faltar como: Foi um rio que passou em minha vida, Argumento, Onde a dor não tem razão e Pecado Capital entre outros.
QUANDO O SAMBA CHAMA é um convite para celebrar a luz que o poeta reparte tanto com o público que o acompanha há muito tempo, quanto com aqueles que a cada dia descobrem em Paulinho da Viola um novo mar de poesia e música






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